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É preciso saber viver!

Talvez seja preconceito meu, mas de modo geral a regra é esta: à medida que envelhecemos, nos tornamos mais ranzinzas e intolerantes. Prefiro acreditar que não é bem assim. A vida nos ensina o tempo todo. Por mais desatentos, mas ela nos ensina. Se jovens ou adultos somos uma pessoa, à medida que o tempo passa adquirimos novos conhecimentos, os analizamos, avaliamos e por fim decidimos mudar ou continuar os mesmos... Na juventude nossos familiares, amigos, professores, colegas, enfim todo um mundo, nos transmitem saberes e coisas novas. E vivemos. Mais adiante, quando amadurecemos, a vida nos oferece o reencontro. 4, 5 décadas depois nos reencontramos ou buscamos esse reencontro ativamente. É o que está acontecendo exatamente neste momento comigo e com muitos outros colegas de turma da graduação. Reencontros com ex-professores e reencontro com ex-colegas. E aí constatamos essa maravilhosa surpresa da vida! As lembranças e recordações emergem em nossas mentes e nos alegramos em compartilhá-las. Foi o que aconteceu comigo ontem, dia 10 de março de 2022, quinta-feira. Dois fatos: 1) Conversar vendo a imagem de uma grande mestre na graduação em agronomia: A querida professora Alda de Melo Monteiro, que nos ensinou Botânica Agrícola!  Por mais que me desse vontade de usar um tratamento mais informal, não consegui deixar de tratá-la como professora! Mantivemos um vídeo-papo muito alegre e feliz. Ao fim, reconheci que a verdade é esta: envelhecemos apenas no corpo, no físico, mas na mente e no espírito podemos nos manter jovens e alegres. É assim que vejo e ouço as sábias palavras desta minha ex-professora! 2) Já por volta das 22 horas de ontem, 10/03/22, quinta-feira, estava assistindo a novela A Bíblia na Record TV, quando o meu celular tocou. Olhei na tela ao mesmo tempo que atendia a ligação. Fiquei extremamente surpreso e feliz! Era o meu colega Marcão! Marcos Lopes Freire! Na busca incessante para localizar os colegas da turma da graduação em agronomia da FCAP/UFRA 1973, fazia mais de um mês que o tinha localizado, porém, não consegui jamais me comunicar com ele. Localizamos onde mora, seu telefone e até chegamos a falar com um de seus filhos que é médico. Mas diretamente com ele nada! E ontem, por fim, ele - eu disse, ele - me ligou! Confesso que conversei com ele profundamente surpreso. Trocamos papos relembrando os tempos de faculdade! E marcamos para hoje a continuação deste feliz e alegre reencontro! 
Quanta felicidade a vida me proporcionou! Como já disse o Gonzaguinha:  É a Vida! É bonita, e é bonita!







 

Comentários

  1. Eu sempre me refiro aos meus professores, desde o curso Primario até a Pós-graduação, com muito carinho pois se cheguei até aqui, foi graças a eles. Muitos procurei imitar mas eles são únicos. Deus abençoe os que estão entre nós e guarde na sua glória os que nos deixaram

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    Respostas
    1. Que bom!
      Isto certamente dá sentido em nossas vidas! Reverenciar as pessoas com as quais cruzamos em determinadas épocas de nossas vidas!

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